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No ano de 1998 nasce a Ligante Anfetamínico, a banda que viria a se tornar o expoente máximo do punk rock da serra gaúcha. Surge com muita personalidade e estilo definidos. Criatividade e produção incessantes tornam-se, pouco a pouco, a marca desta banda que teve a coragem de romper com o cover e mostrar somente trabalhos autorais. 

De fato, a consagração de  anos de um trabalho diário de divulgação e compromissos será, enfim.

Mudaram os meios de distribuição, as rádios viraram on line, as redes sociais vieram para ficar e criar a conexão entre o artista e o público e a Ligante não parou no tempo atualmente é uma das bandas que mais atende solicitações de entrevistas nas redes sociais, que mais toca nas diversas rádios web espalhadas pelo Brasil. Suas redes sociais crescem mais e mais a cada dia. 

Poucas bandas autorais surgidas na serra gaúcha se deram ao luxo de completar mais de 20 anos de trajetória ininterrupta.  A Ligante Anfetamínico, nome que ninguém esquecerá no dia em que se biografar a história do punk e da cena underground de Caxias do Sul RS.  

Nascida no bairro Cruzeiro a Ligante passou por diversas fases, com diversos componentes. Ora puxou mais para o punk e hardcore, ora para o rock, mas sempre se manteve independente.

Com influências de Os Replicantes, Sex Pistols e Ramones, a banda Ligante Anfetamínico, do bairro Cruzeiro, em Caxias do Sul RS.

Os garotos nunca esconderam a grande referência que são os replicantes e o cantor Wander Wildner, ex-Replicantes. Aliás, o nome da banda é inspirado num demo-tape chamado “Punk Rock Anfetamínico Que Matou a Modelo”, da primeira banda de punk brega, o Sangue Sujo.

A Ligante Anfetamínico hoje é composta por:

Esqueleto vocalista, que está desde o início, 

Luciano Paim, baterista, fundador da banda, 

Jocemar Boeira (JM) guitarrista e 

Anderson Severo (Tchaina) como baixista.

 

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